O sonho chegou ao fim.
Fomos muito bons contra os melhores.
Podia perfeitamente ter caído para o nosso lado. Infelizmente foi para o deles.
Não vou fazer a crónica ao jogo. Não há condições.
Estou orgulhoso deles todos e do PB também.
Só uma nota, dita pelo meu pai em conversa no intervalo do jogo: é uma pena não ter-mos um ponta de lança ao nível do resto da equipa (sem o CR). Podia ter feito a diferença.
E também não temos banco, acrescento eu.
Fica para 2014 o nosso primeiro título. Pode ser que nessa altura já o Nélson seja um PL a sério.
Espero que o Basel84 se aguente até lá para voltar a escrever estes textos sobre a selecção. E espero que Portugal se qualifique. Temos o Marat pela frente.
Em baixo junto os 9 grupos e as regras de qualificação. O nosso grupo é o F. Passam os 9 primeiros e os 8 melhores segundos seguem para um play-off. Na comparação entre os segundos não contam os jogos com o 6º lugar. Há um grupo que só tem 5 equipas.
"All 53 national associations affiliated with UEFA will take part in the qualification process, with thirteen qualifying places up for grabs. There will be eight groups of six teams and a single group of five teams. The nine group winners qualify, while the eight best runners-up – ranked according to all their games except for games against the sixth-placed team in their group – will play-off for the four remaining spots." da Wiki.
Para terminar o Euro 2012 e estes textos, aqui fica a Ficha de Jogo, feita sem qualquer vontade, e as stats da uefa.
Cheira-me que isto agora vai ser mais azul do que outra coisa qualquer.
A propósito, quando joga o Porto?
PeLiFe
A nossa primeira final europeia. Perdemos injustamente. Não tornámos a perder outra. E desde então ganhámos quatro: 1987 e 2004 (Campeões) e 2003 e 2011 (Uefa/Europa). Tínhamos na altura 7 campeonatos nacionais. A 19 títulos do primeiro e com menos de metade do segundo. Temos agora 26. Mais 8 que o terceiro e a apenas 6 do primeiro. Está quase.
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28 de junho de 2012
27 de junho de 2012
Euro 2012: Portugal Espanha. Preview
Hoje é o dia.
Como se costuma dizer, para ganhar alguma coisa temos que ganhar aos melhores.
Hoje são os campeões do mundo e da europa.
Como se costuma dizer, para ganhar alguma coisa temos que ganhar aos melhores.
Hoje são os campeões do mundo e da europa.
Venham eles.
Nada mais a dizer. Agora é só jogar. E ganhar.
POR-TU-GAL
PeLiFe
24 de junho de 2012
Euro 2012: Portugal 1 República Checa 0
Vitória. Estamos nas meias.
É justíssima e só peca por ser pouco expressiva.
Começámos cautelosos. Para vários entendidos na matéria fizemos mal.
Eu não concordo. Acho que os checos tentaram a sorte deles ao entrar com tudo, na tentativa de nos apanhar de surpresa e marcar um golo. Depois punham-se todos (ainda mais) lá atrás a ver se aguentavam.
Nesses 10 a 15 minutos tentámos mais desfazer do que fazer.
A partir daí, pegámos no jogo e fomos muito superiores. Mesmo quando ficámos a ganhar.
O Jorge, no Porta19, tem uma imagem linda com as balizas de cada selecção e as respectivas tentativas de golo. Eles têm 1 do Baros e nós temos 19. Diferença brutal.
E estamos a jogar com menos do que 10.
Com 10 seria se jogássemos sem ponta de lança. Com o Hugo Almeida é pior. Prova disso foi o golo certo que o Hugo Almeida roubou ao Ronaldo, marcando de cabeça claramente em fora de jogo, quando o Ronaldo estava nas costas dele completamente sozinho e sempre em jogo. É miserável. Enfim, só espero que seja o Nélson a jogar as meias.
Depois do tal período inicial de grande pressão dos checos, estes foram recuando e acabaram por ficar a defender muito atrás e com o povo todo.
Ainda não tínhamos tudo oportunidade de jogar contra uma equipa a fechar-se muito. E usualmente temos muitas dificuldades e ficamos sem saber o que fazer à bola.
Desta vez foi bem diferente. Fomos capazes de criar, uma vez mais, muitas oportunidades de golo.
E, como referi há uns posts atrás, esta é a única forma de podermos ganhar (e isto é válido tanto para selecção como para o FC Porto, diga-se de passagem).
Não somos capazes, nem nunca seremos, de jogar como os italianos ou os gregos.
Depois de muito tentarmos, lá acabámos por marcar, com o suspeito do costume a fazer a diferença.
Grande momento, registado nas fotos em cima.
Ainda não sei quem recuperou a bola, se é que a jogada não começou nossa.
O Meireles recebe a bola no meio do meio-campo deles e atrasa para o João Pereira, que dá logo na direita para o Nani. Este, sofrendo falta, aguenta-se muito bem e faz um passe fantástico para o espaço vazio (são raros estes movimentos que fazem lembrar os passes para aqueles afundanços). O Moutinho, que já tinha iniciado a corrida quando o Nani fez o passe, dá um pequeno toque para receber e desviar a bola do checo e passa por ele com uma velocidade incrível. Depois saca um cruzamento fabuloso, que felizmente (ou melhor, de propósito) passa por cima do Almeida, aparecendo o Ronaldo a ganhar a posição com uma rapidez brutal e a cabecear "como mandam as regras" e a conseguir, finalmente, bater o Cech.
Destaques:
- good stuff
Ronaldo - Melhor em campo. Pela segunda vez consecutiva. Por tudo e pelo golo. Por ser um verdadeiro super-homem que está uns degraus acima do resto dos mortais e que está o jogo todo a tentar incansavelmente ganhá-lo.
E por ter momentos mágicos como este (em baixo), em que recebe de peito no ar (passe fabuloso do Meireles) e roda limpando dois checos e remata ao poste. Muito bom. É o maior.
João Moutinho - Não foi o melhor, mas esteve lá muito perto. Se o Cech não tivesse feito uma defesa incrível naquele remate de fora da área, poderia ter sido (Viram o Nani a deitar-se para não prejudicar esse remate? Lindo).
Fez um jogo espectacular. Principalmente na segunda parte, foi um 10 a sério que correu o campo todo um monte de vezes e fez jogar toda a gente.
A jogar assim, fico com muito medo que o venham cá buscar. Pode jogar em qualquer lado. E joga tanto melhor quanto melhor são os companheiros de equipa. Por isso é que já joga mais no FCP do que jogava de verde e branco e imagino que venha a jogar ainda mais se se mudar para um Madrid, Barcelona, United ou City.
Em baixo o momento em que o Moutinho vê o Ronaldo marcar, depois de fazer aquela corrida e aquele centro. Do melhor.
O resto da malta exceptuando o Hugo Almeida - Todos muito bem e a jogar nos limites do esforço e da concentração. Centrais impecáveis e laterais a subir (JP quase marca!). Meireles melhor (menos os remates, que continuam miseráveis) e Veloso continua muito bem. Nani bom, mas um pouco pior. Patrício menos nervoso.
- not so good stuff
Hugo Almeida - É mau de mais. Roubou um golo quase quase certo ao Ronaldo e falhou duas oportunidades de ouro. Centros teleguiados do Meireles e do Coentrão que apanham o gajo inacreditavelmente isolado à entrada da pequena área. It doesn't get better than that.
Por favor PB põe o Nélson.
E agora que venha a Espanha.
Vou perder uns anitos de vida a ver isto, mas estou confiante.
Já nos estou a ver campeôes da europa.
Em baixo o resumo em HD e as habituais ficha de jogo e estatísticas da UEFA.
PeLiFe
21 de junho de 2012
Euro 2012: Portugal - República Checa. Preview
Como referi há uns 2 ou 3 posts atrás, o que eu recordo destes gajos é ter sido eliminado em 96 com aquela jogada e aquele chapéu ao Baía.
Já me recordaram que também jogámos com eles em 2008. Já não me lembro bem. Fui ver e junto os onzes e fichas dos 4 jogos dessa fase final.
Ganhámos 3-1 no segundo jogo (e mais difícil) da fase de grupos. Os outros eram a Turquia e a Suiça.
O mágico Deco "abriu o activo" (isto escrito ainda é mais estúpido do que dito, mas não encontrei nada melhor assim de repente. Mas em futebolês é óbvio), o Ronaldo fez o 2-1 aos 63' e ofereceu o 3-1 ao Quaresma, ao cair do pano.
É curioso verificar que, 4 anos volvidos, só sobram 3 jogadores na equipa que jogou com os checos: Ronaldo, Moutinho e Pepe.
Se virmos o onze que jogou e perdeu com a Suiça, quando já estávamos apurados, já vemos outras 6 caras actuais conhecidas: Veloso, Alves, Meireles, Nani, Postiga e Quaresma. Há ainda o Hugo Almeida, que foi entrando nestes jogos.
É interessante perceber que da "segunda linha" da selecção houve 5 que subiram à primeira linha.
Diga-se que estes 5 podiam ser só 3, se cá estivessem o Carvalho e o José. Mas essa é outra história e talvez ainda volte a ela mas, caso não o faça, aqui fica o que penso sobre estes dois casos: apoio o PB inequivocamente no caso Carvalho (abandono do estágio na véspera de um jogo oficial é razão mais do que suficiente) e, no do José, também o apoio, mas aqui foi a palavra de um contra a do outro (tanto quanto sei), pelo que fica sempre a dúvida (até pelo passado de conflitos do PB com jogadores e também porque o José, no FCP, nunca me pareceu homem para andar a simular lesões para não jogar).
O importante a reter é que mantivemos os melhores (e que 3!) e deixámos de lá ter o Ricardo.
Este Ricardo nunca me convenceu. Nem como herói sem luvas do 2004 (já referi algures que achava que com o Baía nós tínhamos ganho o Euro).
Aquele terceiro golo da Alemanha, que nos pôs fora do euro logo nos quartos de final, é antológico. Já pouco recordava do jogo com os checos, mas a cara do Ricardo a sair-se ao Ballack, de olhos fechados e em posição de quem se está a sentar na sanita, ficou-me gravada no espírito.
Aqui fica o momento em 3 ângulos diferentes, mas sempre ridículo e trágico.
E com este cromo fecho o olhar para o passado.
Só para o Euro 2008 não ficar incompleto, aqui fica a ficha do jogo com a Alemanha nos quartos, sacada da wiki.
E quem é a República Checa actualmente? Não sei bem. Conheço poucos.
Há 2 que já lá andavam em 2008, o Cech e o Baros. São bons mas já foram melhores. O Cech ainda brilha, mas o Baros é mais Nuno Gomes.
E depois há o Rosicky. O maestro. O verdadeiro 10.
Gosto muito deste jogador e desde há muito tempo. Apanhámos o Sparta de Praga em 1999/2000 na fase de grupos da Champions. O miúdo, com 19 anos acabados de fazer (tem agora 31), jogou os dois jogos e foi, de longe, o melhor. Fiquei com esperança que o PdC o fosse lá buscar, de tal forma o gajo brilhou. E naquela equipa e com aquela idade, não teria sido muito caro. Foi para o Dortmund, onde ficou meia dúzia de anos. Jogou os últimos 6 anos no Arsenal.
Não esteve no Euro 2008 por lesão.
O onze que jogou contra a Alemanha.
Cá, no Euro 2004, o Rosicky já esteve e os checos brilharam. Só caíram aos pés dos gregos (sounds familiar?) nas meias finais.
Na fase de grupos ficaram (olha, olha!) com a Alemanha e com a Holanda. Ganharam os 2 jogos (pois é) e ficaram em primeiro do grupo, com a Holanda em 2º e a Alemanha a voltar para casa. Nos quartos de final espetaram 3 secos à Dinamarca.
Em resumo, jogámos 11 vezes com os checos, nas quais ganhámos 4 e perdemos outras 4.
(e dizia eu que tinha fechado o passado. Mas desta é que é.)
Chega dos checos.
E nós? Nós nada. Nada a dizer. Já está tudo dito. E o PB também não muda nada.
É jogar, correr e ganhar.
Tem que ser e acho que vai ser.
Depois venham os espanhóis ou os franceses. Qualquer um deles me dará um especial gozo mandar para casa.
E que os gregos ganhem aos alemães e reeditamos a final de 2004, reescrevendo o final, claro.
POR-TU-GAL!
PeLiFe
20 de junho de 2012
Portugal 2 Holanda 1
Grande jogo. Grande vitória. Grande Ronaldo.
Os 10 a 15 minutos que se seguiram foram do melhor que já vi a selecção fazer. Conseguimos criar umas 5 claras oportunidades de tempo nesse período, o que é assinalável, pese embora as limitações da defesa holandesa.
O facto de também o termos conseguido fazer contra a poderosa Alemanha, deixa-me muito esperançado para o que aí vem.
Essa nossa pressão tem o seu clímax com o golo, aos 28min, já depois do Ronaldo ter enviado uma ao poste, 5 minutos depois do golo deles.
Recuperação de bola do Miguel Veloso, que faz tabela rápida com o Nani e passa para o João Pereira. Este faz um passe a rasgar absolutamente fantástico para o Ronaldo, que dá um toque para dominar e remata com convicção e classe, sem hipóteses para o guedes. Lindo.
E, finalmente, o segundo golo.
Recuperação de bola do Miguel Veloso (again!), deixando para o Pepe que, ao contrário dele, estava de frente para o ataque. Pepe, a dois toques, dá rápido para o Ronaldo, que está a meio do nosso meio campo. Este passa para o Moutinho que estava a trás dele, mas o passe foi para a frente, o que imprime logo uma velocidade enorme à jogada. O Ronaldo depois de passar para o Moutinho, dispara para o ataque. O Moutinho, dá um toque para receber a bola e, no timing certo, faz o passe para o Nani. Este, de primeira, faz um passe de morte, a cruzar a defesa toda, para o Ronaldo, que não tinha abrandado desde que tinha feito o passe para o Moutinho. Com um toque e um pequeno jogo de corpo recebe a bola e fica à espera que o van der Wiel encoste o traseiro à relva (esse momento parece, mesmo em tempo real, algo como se fosse em câmara lenta. Parece que vemos a holandês a ter a perfeita noção do que lhe está a acontecer mas a ser incapaz de contrariar a primeira lei de Newton). Outro toque para ajeitar a bola e um terceiro para a meter na gaveta. Fantástico.
Esta imagem é fantástica e diz muito sobre o que se passou. Com licença. Deixem passar que eu vou ali marcar um golo.
A coisa até começou mal. Ou melhor bem, porque é um grande golo e porque nos acordou.
Os 10 a 15 minutos que se seguiram foram do melhor que já vi a selecção fazer. Conseguimos criar umas 5 claras oportunidades de tempo nesse período, o que é assinalável, pese embora as limitações da defesa holandesa.
O facto de também o termos conseguido fazer contra a poderosa Alemanha, deixa-me muito esperançado para o que aí vem.
Essa nossa pressão tem o seu clímax com o golo, aos 28min, já depois do Ronaldo ter enviado uma ao poste, 5 minutos depois do golo deles.
Recuperação de bola do Miguel Veloso, que faz tabela rápida com o Nani e passa para o João Pereira. Este faz um passe a rasgar absolutamente fantástico para o Ronaldo, que dá um toque para dominar e remata com convicção e classe, sem hipóteses para o guedes. Lindo.
A primeira parte continua empolgante. Com 1-1 atacámos muito mais do que com 0-0. Porquê? Porque nessa altura as palavras do treinador estão esquecidas e o que está na cabeça dos jogadores é dar a volta e ganhar o jogo. Foi uma primeira parte excelente e com um jogo tão aberto que se torna difícil manter alguma calma.
A confirmação daquela ideia da influência do treinador vem com o recomeço do jogo, depois da palestra ao intervalo. Não entrámos a jogar mal, mais estávamos bem menos impetuosos.
Continuámos a defender bem na segunda parte, com uma ou outra excepção, e a criar, com facilidade, oportunidades de golo. A do Nani é o expoente máximo, depois de jogada e passe delicioso do Ronaldo.
Também deu para ver pormenores como este. Uma delícia.
E, finalmente, o segundo golo.
Recuperação de bola do Miguel Veloso (again!), deixando para o Pepe que, ao contrário dele, estava de frente para o ataque. Pepe, a dois toques, dá rápido para o Ronaldo, que está a meio do nosso meio campo. Este passa para o Moutinho que estava a trás dele, mas o passe foi para a frente, o que imprime logo uma velocidade enorme à jogada. O Ronaldo depois de passar para o Moutinho, dispara para o ataque. O Moutinho, dá um toque para receber a bola e, no timing certo, faz o passe para o Nani. Este, de primeira, faz um passe de morte, a cruzar a defesa toda, para o Ronaldo, que não tinha abrandado desde que tinha feito o passe para o Moutinho. Com um toque e um pequeno jogo de corpo recebe a bola e fica à espera que o van der Wiel encoste o traseiro à relva (esse momento parece, mesmo em tempo real, algo como se fosse em câmara lenta. Parece que vemos a holandês a ter a perfeita noção do que lhe está a acontecer mas a ser incapaz de contrariar a primeira lei de Newton). Outro toque para ajeitar a bola e um terceiro para a meter na gaveta. Fantástico.
Até ao final ainda deu para ver o Ronaldo enviar mas uma ao poste, mas desta vez o guedes nem se mexeu. Foi pena. Era merecido.
Destaques:
- good stuff
Ronaldo - Claro. Nem é preciso dizer porquê.
Um pequeno aparte, desculpem:
Quando o vi marcar o golo ao Barça em Nou Camp, depois da época brutal que fez e oferecendo o título ao Real Madrid em casa do rival (a tal equipa maravilha impossível de derrotar), e fazer o que se vê em baixo, pensei: "é o maior". Ponto final.
O Mourinho já tinha atingido esse ponto há uns anos. O Ronaldo, para mim, foi nesse dia. Tenho um orgulho enorme no Ronaldo e no Mourinho e na sua brutal competência naquilo que fazem.
Mais o Mourinho, desculpem. Este é mesmo o maior, incontestado. Não tem nenhum Messi a ensombrá-lo. Não. O Pep não se compara. Ele que vá provar o que vale fora dali. Depois falamos e posso dar o braço a torcer. Por agora é o número um e a milhas do resto.
Acho incrível estes dois homens, sozinhos, fazerem com que quase todo o planeta saiba o nome de Portugal. E isto tem um impacto enorme no nosso país.
Nani - Apesar do falhanço incrível, continua a jogar muito. Dos melhores e sempre com uma atitude ofensiva.
Defesa - Contra um ataque destes, só ter permitido o que permitiu e ainda ter os dois laterais a aparecer com muito perigo no último terço do terreno, é notável. O João Pereira calou os críticos e o Coentrão voltou a ser muito perigoso e esteve à beira de marcar o 2-1. O Pepe está verdadeiramente imperial. Limpa tudo e lança tudo para o ataque. Um monstro. O Bruno Alves continua a fazer um europeu muito bom. Quase sem falhas ou faltas.
Miguel Veloso - Está nos dois golos e em inúmeras recuperações de bola e jogadas de ataque. Já o tinha dito, este homem tem potencial para ser um Paulo Sousa. Aliás, não é potencial é capacidade, pois já o provou. Só tem é que ser regular. E ainda pode ser decisivo num livre descaído para a direita.
- not so good stuff
Em forma, é um jogador importantíssimo para a selecção (e para qualquer equipa. Não é por acaso que foi eleito pelos adeptos do Liverpool o melhor jogador da época anterior).
Mas, infelizmente, está de rastos. Gostei do Custódio. Entrou bem. Talvez possa ser uma solução. Isso ou o Viana. Nunca o Micael. Por favor.
Apesar de tudo, não esteve mal, pois ninguém esteve mal. Nem o Rolando, apesar de não me lembrar de o ver tocar na bola.
Postiga - Desculpem a insistência, mas a diferença não é óbvia quando entra o Oliveira? O ataque passa a ser mais inteligente, nem sei explicar porquê. No lance do segundo golo o Oliveira está sempre na jogada, mas não chega a tocar na bola. Teria dado com o Postiga? Ou teria, por exemplo, tentado chegar à bola no centro do Nani, e com isso acabar a jogada com um remate frouxo, provavelmente ao lado.
Em baixo, para memória futura, fica a minha Ficha de Jogo e as estatísticas da UEFA.
Uma nota final sobre o timing deste post:
Eu contava tê-lo feito mais cedo, mas, para além de um stress job-related que me obrigou a esquecer a existência do blogue no Domingo após o jogo, tive um problema relacionado com o crescente número de visitas ao Basel84. O primeiro texto que postei é de 27 de Maio. No dia 1 de Junho tive 8 visitas. No dia 6 bati o record com 120 visitas, só ultrapassado no dia 15 com 211. De repente, no dia 17, dia do jogo, tive 787 visitas.
E qual é o problema? O problema é que fiquei envergonhado e assustado. Escrever para ser lido por uma dúzia de pessoas, quase todas elas convidadas por mim por sms, é uma coisa. Escrever para ser lido por 800 pessoas num só dia, é muito diferente.
Ou deveria ser, pelo menos. Deveria ser melhor, mais bem escrito, com textos mais equilibrados e mais frequentes.
Lamento, mas aqui não há nada disso.
Vai continuar a ser escrito com as limitações visíveis, tanto na elaboração do texto como na capacidade de análise.
Também não há notícias na hora, informações privilegiadas ou conhecimentos enciclopédicos de bola.
É só isto que se vê. What You See is What You Get.
Não quis deixar dar esta explicação e baixar as expectativas dos visitantes.
Este crescendo deve ter sido um fogacho qualquer por causa da selecção e não tarda volto à dúzia de leitores. É mais fácil.
PeLiFe
17 de junho de 2012
Portugal - Holanda: Preview e Camisola da Selecção Nacional no Euro 2000
Contas esquecidas, que isso agora não interessa nada, vamos à bola.
E quem pode deixar este dois no banco, que tinham, de caras, lugar no nosso onze, não pode ser uma selecção fraca.
Desde então acompanha-me em quase todos os jogos da selecção. Não sei se não terão sido mesmo todos. Acompanha-me no sofá, porque ao vivo foram poucos.
À semelhança de outras ocasiões, foi assim agora no Portugal Alemanha, em que a levei numa mochila para casa do meu cunhado, para a festa de anos do meu sobrinho. Na altura certa foi vestida para assistir ao jogo.
Os gajos que aí vêm, apesar de terem levado umas ensaboadelas recentes dos nossos rapazes, não são pêra doce e, como me lembrava ontem o meu cunhado, não sei se alguma vez saíram numa fase final logo na fase de grupos e sem qualquer ponto. E são só vice campeões do mundo.
Tenho um receio especial por este trio de topo.
E quem pode deixar este dois no banco, que tinham, de caras, lugar no nosso onze, não pode ser uma selecção fraca.
![]() |
| Huntelaar e Van der Vaart no jogo com a Alemanha |
Vai ser difícil, mas estou, uma vez mais, optimista.
O nosso Ronaldo ainda não brilhou, o Oliveira ainda não marcou e o Meireles ainda não acertou um remate.
E estou convencido que ainda vou ver isto tudo acontecer.
Como nestes 3 vídeos (mas sem o Nani a estragar um melhores golos que já vi o Ronaldo marcar. E eu estava no Dragão a ver ao vivo aquela bomba do gajo que nos eliminou da Champions).
A equipa deve ser a mesma, com o mesmo espírito, mas com mais acerto e inspiração e com maior apoio defensivo à esquerda.
Há que tentar ganhar, pois contra estes laranjas deve ser mesmo a melhor estratégia, mas é imperioso não perder.
- A Camisola do Euro 2000
A camisola em baixo foi-me comprada pelo meu pai no Euro 2000. Salvo erro em Eindhoven, depois da reviravolta do Portugal Inglaterra. Que adrenalina!
Foi a minha primeira (e única) camisola oficial da selecção. É grená e é linda.
Desde então acompanha-me em quase todos os jogos da selecção. Não sei se não terão sido mesmo todos. Acompanha-me no sofá, porque ao vivo foram poucos.
(que bela selecção era esta!)
Neste Portugal Dinamarca, que vi em casa, apercebi-me por volta dos 75 minutos que estava a ver o jogo sem a camisola. Esta mudança foi mal encarada pela companhia (mulher, filha e sobrinha), tendo em conta o resultado positivo na altura. Não liguei, claro.
Mal me sentei com a camisola orgulhosamente vestida, levámos o golo do empate.
Passou-me pela cabeça reformar a camisola, perante exemplo tão claro de uma influência negativa directa no acontecimento real que se estava a passar a mais de 3.500 km de distância.
Felizmente apareceu o Varela e repõs a ordem no universo.
Venham daí os holandeses. Vamos ver se somos nós a limpá-los do mapa e não o contrário, como afirmavam, arrogantemente, os seus jogadores num videoclip que gravaram antes da fase final (Birdie Song). Ninguém os podia parar. Pff.
Entretanto já se sabe que se ficarmos em segundo lugar vamos jogar com os checos. Vingança do Euro 96 em que o Poborsky fez aquela maldade ao Baía e nos mandou para casa?
POR-TU-GAL!
PeLiFe
Opalenica na Polónia. Sede de Portugal no Euro 2012
O Nome atraiu-me logo. Opalenica. Com um tz no lugar do c. Lindo.
Soube na altura que Opalenica ficava na Polónia, o que era um pouco estranho porque os nossos três jogos eram na Ucrânia.
Mas não me pareceu nada demais. Pensei que, sendo países vizinhos, tínhamos encontrado um local melhor e perto, mas já do outro lado da fronteira. E o facto de a Polónia estar bem distante da Ucrânia em termos civilizacionais, também deve ter pesado, o que é normal.
Tudo bem, até que fui espreitar no bingmaps.
Alguma informações e imagens:
Opalenica (B) fica a mais de 800km de Lviv (A), onde fizemos os dois primeiros jogos, e a mais de 1.600km de Kharkiv (A), onde vamos jogar mais logo com a Holanda.
Fica na Polónia, mas do lado contrário da Ucrânia, a cerca de 130km da Alemanha e a pouco mais de 200km de Berlim.
Para se ter uma ideia, do Porto a Paris são 1.560km.
Para além das vantagens que referi acima, Opalenica (vale sempre a pena repetir mais uma vez), por causa destas distâncias aos locais dos jogos, não tem por lá adeptos de volta deles a perturbar.
Há ainda a visão optimista de ficar a menos de 350km dos locais dos quartos de final.
A escolha parecia estranha, e não tem de facto a vantagem das distâncias nesta fase de grupos, mas se calhar até está bem pensado.
E o local onde estão não tem mau aspecto...
É em Opalenica. Não sei se já tinha dito.
Enfim, que sei eu?
PeLiFe
15 de junho de 2012
As contas do apuramento e a Espanha nas meias finais
Desculpem, mas estas contas são mesmo f...lixadas.
Não pela complexidade, mas pelo resultado.
Como me estava a começar a custar acreditar, fui ler as regras.
Estão no site da UEFA, que pode ser acedido pelo novo link temporário que coloquei em cima à esquerda. O link é para o calendário, mas daí acede-se ao uefa.com e, em baixo à direita, está o link para os regulamentos.
Outra hipótese mais simples, mas não tão interessante pois não faz uso do brilhante link ali em cima à esquerda, é clicar aqui e abrir o pdf.
O que interessa é parte do artigo 8 e a minha tradução é esta:
Nos comentários do post anterior o António deixou-nos o link para este resumo do zerozero, mais claro do que o texto que tinha postado:
A questão, justa ou injusta, é que não chegamos à alínea d) dos critérios. Como a Holanda não estaria na luta, os jogos com eles não contam puto.
Enfim é o que temos. Mas ainda fica mais confuso.
O 2º lugar do nosso grupo vai jogar com o 1º do grupo dos russos, checos e polacos. O vencedor desse jogo jogará as meia finais com a Espanha (se tudo continuar a correr bem com os nuestros hermanos).
O prémio de ficar em 1º lugar do grupo será, portanto, encontrar os espanhóis apenas na final.
Por um lado queremos assegurar o apuramento e a nossa melhor hipótese é a Alemanha ganhar. Bastar-nos-ia perder por um golo com a Holanda.
Por outro lado, a nossa única hipótese de ficar em 1º lugar (já falei do prémio Espanha, não já?) seria a Dinamarca ganhar aos alemães por 1 a 0 e nós ganharmos aos holandeses com dois golos de diferença (2-0, 3-1, ...). O critério seria, nesse único caso, o da alínea d).
Uma nota para o critério f). No ranking da UEFA estamos em 5º, a Alemanha em 3º e a Dinamarca em 13º. Já agora a Holanda está em 8º. Info sacada através do ainda mais fantástico link do Bert Kassies, ali à direita. [informação do ranking está errada. ver no fundo]
Tudo seria um pouco mais simples se tivéssemos espetado 3 secos à Dinamarca ou sacado um empate com a Alemanha. E tinha dado para ambos.
Espero não ter feito nenhum raciocínio errado, mas parece-me que as contas são de facto estas.
E são, como tinha dito, f...francamente lixadas.
Mas não fujamos do essencial. Não perder com a Holanda. Para inspiração deixo os golaços do nosso Maniche aos laranjas. Muito bom o do Mundial de 2006 e absolutamente fantástico o do Euro 2004.
PeLiFe
P.S. - Nos comentários, o António Costa alertou para este erro relativo ao ranking. De facto este é um ranking publicado também pela UEFA mas que obedece a regras especiais para cada fase final. Para além do local indicado pelo António Costa, o link para este ranking está ao lado do do link para os regulamentos no site da UEFA. Em baixo junto imagem, que inclui o sistema de cálculo. Para este ranking contam apenas os jogos disputados (qualificação ou fases finais) do Euro 2008 (20%), WorldCup 2010 (40%) e Euro 2012 (40%). Neste último, como é óbvio, só contam os jogos da qualificação. Obrigado António Costa e desculpem o erro estúpido.
Não pela complexidade, mas pelo resultado.
Como me estava a começar a custar acreditar, fui ler as regras.
Estão no site da UEFA, que pode ser acedido pelo novo link temporário que coloquei em cima à esquerda. O link é para o calendário, mas daí acede-se ao uefa.com e, em baixo à direita, está o link para os regulamentos.
Outra hipótese mais simples, mas não tão interessante pois não faz uso do brilhante link ali em cima à esquerda, é clicar aqui e abrir o pdf.
O que interessa é parte do artigo 8 e a minha tradução é esta:
Nos comentários do post anterior o António deixou-nos o link para este resumo do zerozero, mais claro do que o texto que tinha postado:
A conclusão dramática, que não vem bem explícita no quadro, talvez para não desanimar, é que mesmo que ganhemos dez a zero à Holanda, se a Dinamarca ganhar 3-2 à Alemanha, somos eliminados.
(3-2 ou 4-3, 5-4, ou por aí fora, desde que seja por um golo e com mais de 2 marcados)
A questão, justa ou injusta, é que não chegamos à alínea d) dos critérios. Como a Holanda não estaria na luta, os jogos com eles não contam puto.
Enfim é o que temos. Mas ainda fica mais confuso.
O 2º lugar do nosso grupo vai jogar com o 1º do grupo dos russos, checos e polacos. O vencedor desse jogo jogará as meia finais com a Espanha (se tudo continuar a correr bem com os nuestros hermanos).
O prémio de ficar em 1º lugar do grupo será, portanto, encontrar os espanhóis apenas na final.
Por um lado queremos assegurar o apuramento e a nossa melhor hipótese é a Alemanha ganhar. Bastar-nos-ia perder por um golo com a Holanda.
Por outro lado, a nossa única hipótese de ficar em 1º lugar (já falei do prémio Espanha, não já?) seria a Dinamarca ganhar aos alemães por 1 a 0 e nós ganharmos aos holandeses com dois golos de diferença (2-0, 3-1, ...). O critério seria, nesse único caso, o da alínea d).
Uma nota para o critério f). No ranking da UEFA estamos em 5º, a Alemanha em 3º e a Dinamarca em 13º. Já agora a Holanda está em 8º. Info sacada através do ainda mais fantástico link do Bert Kassies, ali à direita. [informação do ranking está errada. ver no fundo]
Tudo seria um pouco mais simples se tivéssemos espetado 3 secos à Dinamarca ou sacado um empate com a Alemanha. E tinha dado para ambos.
Espero não ter feito nenhum raciocínio errado, mas parece-me que as contas são de facto estas.
E são, como tinha dito, f...francamente lixadas.
Mas não fujamos do essencial. Não perder com a Holanda. Para inspiração deixo os golaços do nosso Maniche aos laranjas. Muito bom o do Mundial de 2006 e absolutamente fantástico o do Euro 2004.
P.S. - Nos comentários, o António Costa alertou para este erro relativo ao ranking. De facto este é um ranking publicado também pela UEFA mas que obedece a regras especiais para cada fase final. Para além do local indicado pelo António Costa, o link para este ranking está ao lado do do link para os regulamentos no site da UEFA. Em baixo junto imagem, que inclui o sistema de cálculo. Para este ranking contam apenas os jogos disputados (qualificação ou fases finais) do Euro 2008 (20%), WorldCup 2010 (40%) e Euro 2012 (40%). Neste último, como é óbvio, só contam os jogos da qualificação. Obrigado António Costa e desculpem o erro estúpido.
14 de junho de 2012
Portugal 3 Dinamarca 2
Grande vitória. Grande Varela.
Com muito sofrimento, é verdade, mas sabe melhor assim.
Voltamos a mostrar que há ali espírito e talento para podermos ganhar a qualquer um.
Apesar do desacerto brutal do Ronaldo, marcámos três golos. Com um do improvável Postiga, que tinha sido uma nulidade e continuou a ser, e outro do "já crucificado" Varela.
Voltei a gostar. Gosto especialmente, como aliás referiu o PB, que apesar do empate a 5 minutos do fim, Portugal continue a jogar o seu jogo, sem desesperar e começar a bombear bolas para a área. Quantas vezes vimos isso no passado, quase sempre com resultados nulos?
Enfim, lá vamos apanhar os nosso velhos amigos holandeses. Que se mantenham simpáticos para nós nestes momentos. Achei-os muito fracos no jogo com a Alemanha, em particular nos últimos 10/15 minutos. Estavam a um golo do empate e não havia ninguém a acreditar.
Em baixo junto um texto, sacado da net, com as contas a fazer para o apuramento. Não verifiquei, mas parecem-me bem.
Vamos aos destaques.
Enfim, lá vamos apanhar os nosso velhos amigos holandeses. Que se mantenham simpáticos para nós nestes momentos. Achei-os muito fracos no jogo com a Alemanha, em particular nos últimos 10/15 minutos. Estavam a um golo do empate e não havia ninguém a acreditar.
Em baixo junto um texto, sacado da net, com as contas a fazer para o apuramento. Não verifiquei, mas parecem-me bem.
- good stuff
Nani - Melhor em campo. Jogou e fez jogar. Passe fantástico para o Ronaldo e a assistência para o golo do Postiga. E ainda conseguiu ajudar o João Pereira. Muito bom.
Varela - Grande golo. Depois de ter falhado contra a Alemanha e depois de ter falhado o remate de primeira, conseguiu sacar logo de seguida um remate daqueles. Brilhante. Tem um óptimo remate e não tem medo de falhar. Bom jogador para estes momentos.
Postiga - O golo. Típico Postiga. Não fez mais nada de jeito. Mas fez o essencial.
Pepe - Não fosse o segundo golo da Dinamarca, podia ter sido o melhor. Falhou nesse lance, mas de resto fez um grande jogo. Sempre a 200%. É um gosto de ver.
- not so good stuff
Meireles - Não esteve mal, mas os remates não lhe estão a sair. E nós precisamos que saiam. Ou muito me engano ou não vem para casa em branco.
Defesa - O Bendtner marcou-nos 6 golos em 5 jogos. E hoje ainda podia ter marcado mais um e dava cabo de nós. Acho demais.
Junto a minha Ficha de Jogo e as Estatísticas e Classificação da UEFA.
Junto a minha Ficha de Jogo e as Estatísticas e Classificação da UEFA.
PeLiFe
12 de junho de 2012
Portugal - Dinamarca: Breve Antevisão
Não é breve, é muito breve (será desta que consigo fazer um post curto?)
Que mudava para o jogo da Dinamarca? Aparentemente o PB não mudava nada.
Eu tirava o Postiga e punha o Nélson Oliveira a jogar.
De resto mantinha todos.
O espírito é que tem que ser o dos últimos 10 minutos contra a Alemanha, mas desde o início.
A bluegosfera que costumo ler não aprecia muito o Nélson Oliveira (NO) e falam muito em fretes ao Benfica, tendo em conta o reduzido tempo de jogo e os zero golos para o Campeonato.
Facto são factos e não há grande coisa a dizer. Se tivéssemos avançados de jeito, o NO não seria convocado e, se fosse, na melhor das hipóteses jogaria uns breves minutos. O problema é que não temos.
O NO tem que ser visto em termos relativos e não absolutos. O importante é compará-lo com as alternativas que temos: Postiga e Hugo Almeida (estou a excluir a hipótese Ronaldo no meio ou jogar ele e o Nani sós na frente, como referi no post de há uns dias, pois o PB não parece estar para aí virado).
Olhando para os três, escolho o NO. Sem dúvida.
Para mim o NO vai ser o ponta de lança da selecção nos próximos 10 anos. Mas não é pelo que já jogou, é por aquilo que me parece que pode vir a jogar.
Posso estar enganado. No final da época de 2002/2003 eu também dizia que o Postiga, na altura com 20 anos, era bom jogador.
Já o Hugo Almeida nunca me enganou. Tem boa técnica e óptimo remate (pé e cabeça), mas não tem faro de golo e é limitadíssimo. A quantidade de vezes que faz a escolha errada (a quem passar, remate com força ou colocado, para um lado ou para o outro, passo ou remato, etc.) é incrível.
Já me alonguei, eu sei.
Quero apenas dizer que, apesar do que escrevi, gosto bastante dos dois rapazes. Acho que são ambos boas pessoas e, sendo ex-jogadores do FCP, não me lembro de os ouvir dizer alguma coisa que me chocasse sobre o nosso clube.
Espero que sejam muito felizes e que joguem futebol até não aguentarem.
Só não quero que joguem na selecção e, mais importante ainda, no FC Porto.
Para acabar, que fique registado que eu acho que vamos ganhar.
E cheira-me que o Ronaldo vai começar a brilhar e o NO ainda vai meter uma batata.
Ganhar com golos do Postiga ou do Almeida também serve.
POR-TU-GAL!
PeLiFe
Que mudava para o jogo da Dinamarca? Aparentemente o PB não mudava nada.
Eu tirava o Postiga e punha o Nélson Oliveira a jogar.
De resto mantinha todos.
O espírito é que tem que ser o dos últimos 10 minutos contra a Alemanha, mas desde o início.
A bluegosfera que costumo ler não aprecia muito o Nélson Oliveira (NO) e falam muito em fretes ao Benfica, tendo em conta o reduzido tempo de jogo e os zero golos para o Campeonato.
Facto são factos e não há grande coisa a dizer. Se tivéssemos avançados de jeito, o NO não seria convocado e, se fosse, na melhor das hipóteses jogaria uns breves minutos. O problema é que não temos.
O NO tem que ser visto em termos relativos e não absolutos. O importante é compará-lo com as alternativas que temos: Postiga e Hugo Almeida (estou a excluir a hipótese Ronaldo no meio ou jogar ele e o Nani sós na frente, como referi no post de há uns dias, pois o PB não parece estar para aí virado).
Olhando para os três, escolho o NO. Sem dúvida.
Para mim o NO vai ser o ponta de lança da selecção nos próximos 10 anos. Mas não é pelo que já jogou, é por aquilo que me parece que pode vir a jogar.
Posso estar enganado. No final da época de 2002/2003 eu também dizia que o Postiga, na altura com 20 anos, era bom jogador.
Já o Hugo Almeida nunca me enganou. Tem boa técnica e óptimo remate (pé e cabeça), mas não tem faro de golo e é limitadíssimo. A quantidade de vezes que faz a escolha errada (a quem passar, remate com força ou colocado, para um lado ou para o outro, passo ou remato, etc.) é incrível.
Já me alonguei, eu sei.
Quero apenas dizer que, apesar do que escrevi, gosto bastante dos dois rapazes. Acho que são ambos boas pessoas e, sendo ex-jogadores do FCP, não me lembro de os ouvir dizer alguma coisa que me chocasse sobre o nosso clube.
Espero que sejam muito felizes e que joguem futebol até não aguentarem.
Só não quero que joguem na selecção e, mais importante ainda, no FC Porto.
Para acabar, que fique registado que eu acho que vamos ganhar.
E cheira-me que o Ronaldo vai começar a brilhar e o NO ainda vai meter uma batata.
Ganhar com golos do Postiga ou do Almeida também serve.
POR-TU-GAL!
PeLiFe
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